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'Cada casal tem a sua própria história, e cada história merece uma cerimónia que a reflita verdadeiramente. O meu objetivo é sempre criar um espaço onde o amor, a alegria e algumas lágrimas de felicidade possam brilhar; onde os momentos se sintam pessoais e autênticos, e onde o casal — e todos os presentes — se possam sentir completamente em casa. Um casamento não tem a ver com perfeição; tem a ver com celebrar quem vocês são juntos, com risos, emoção e memórias que durarão uma vida inteira.'
Sítio favorito no mundo:
As Ilhas Perhentian, na Malásia — fazer snorkeling lá foi inesquecível e adorei a adrenalina de ver tubarões-gato de perto.
Hobby favorito:
Stand-up paddle (SUP) na Praia do Creiro — apesar da água gelada, adoro deslizar pelas cores vibrantes do mar com as deslumbrantes encostas da Arrábida como pano de fundo.
O teu talento escondido OU algo que as pessoas nunca adivinhariam sobre ti:
Descobri recentemente que tenho jeito para fazer Gnocchi frescos!
Comida favorita:
Marisco fresco, de preferência vindo diretamente do oceano.
Cor favorita:
Turquesa; a cor do mar e do céu e, por isso, para mim, uma cor que simboliza a liberdade.
Cresci na Alemanha, sempre com a música no centro da minha vida. Como violonista, pisei muitos palcos — inclusive em casamentos — cruzando frequentemente culturas e línguas. Como professora de música, guio outros na descoberta da sua própria voz ou instrumento. Estas experiências ensinaram-me a ouvir com atenção, a contar histórias e a criar momentos que ressoam verdadeiramente. Desde 2017 que vivo em Portugal com o meu marido e os nossos dois filhos, onde encontro constante inspiração musical no "cadinho" cultural de Lisboa, em novas amizades, e na rotina, por vezes avassaladora, da vida em família.
Tornar-me celebrante surgiu como uma extensão natural de tudo isto: estar ao lado dos casais num dos dias mais significativos das suas vidas e ajudar a moldar uma cerimónia que se sinta pessoal, calorosa e inesquecível.
O meu casamento foi uma boa lição sobre como não devemos depender apenas de procedimentos oficiais. Escolhemos o cenário mais romântico imaginável: um castelo na remota região de Uckermark, no nordeste da Alemanha, rodeado por uma natureza digna de postal. No entanto, a conservadora podia muito bem ter passado por uma auditora fiscal: séria, rígida e nada efusiva. A cerimónia estava tensa — até ao momento em que tentei cantar “Eu sei que vou te amar” (Tom Jobim/Vinícius de Moraes) para o meu futuro marido. Só consegui cantar alguns versos antes de me desfazer em lágrimas, mas foi o suficiente para mudar tudo. De repente, houve risos, calor e até a nossa conservadora de rosto impenetrável amoleceu um pouco. Esse momento confirmou o que levo hoje para cada cerimónia: não tem de ser perfeito, mas tem de ser real — e, acima de tudo, tem de fazer sentido para o casal que celebra.
Qual é a tua parte favorita de ser celebrante?
Sem dúvida, é o privilégio de entrar diretamente no coração de um momento com tamanha carga emocional. Sinto-me grata por testemunhar a expetativa, o nervosismo, a alegria — e por poder ajudar a moldar tudo isso em algo memorável. Cada cerimónia é como "surfar" uma onda de emoções com o casal; não há nada que eu goste mais do que ver o brilho nos seus olhos quando as palavras e o ambiente ressoam verdadeiramente com eles.
Qual é a parte mais desafiante ao criar uma cerimónia?
O mais difícil é encontrar o tom exato — um equilíbrio onde ambos os parceiros se sintam vistos, compreendidos e celebrados. Condensar as suas histórias, memórias partilhadas, aventuras e pequenas manias numa cerimónia que dura tão pouco tempo, não é tarefa fácil. As histórias de amor não são todas iguais e as cerimónias também não. O meu objetivo é sempre criar algo que seja a vossa cara: único, comovente e salpicado com a dose certa de humor.
O que desejas para os teus casais?
O meu maior desejo é que saibam sempre encontrar o caminho de volta um para o outro, mesmo em tempos de tempestade. Que continuem a ser não apenas amantes, mas também companheiros de equipa que conseguem rir juntos, discutir de forma justa e olhar para o dia do casamento como um ponto de referência de pura alegria. Se, anos mais tarde, eles ainda disserem: “Lembras-te de como aquele dia foi incrível?” — então sei que fiz bem o meu trabalho.
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